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Como Cadastrar um Produto 2

O que é o campo Modelos de Grade?

O campo Modelos de Grade no cadastro de produto é usado para organizar e controlar produtos que possuem variações, como tamanho, cor, modelo ou outra característica específica.

Explicando:

  • Em muitos segmentos do varejo (roupas, calçados, acessórios, etc.), o mesmo produto pode ter diferentes versões.
  • O modelo de grade permite cadastrar essas variações dentro de um único produto, em vez de criar vários cadastros separados.
  • Exemplo clássico: uma camiseta pode ter tamanhos P, M, G, GG e cores Branco, Preto, Azul.
    • Com o modelo de grade, você registra “Camiseta Básica” e controla cada combinação de tamanho + cor dentro desse produto.

Como funciona na prática:

  1. Você define o modelo de grade (ex.: Tamanho + Cor).
  2. Depois, preenche os campos abaixo (Tamanho, Cor, Quantidade e Preço de Venda).
  3. Cada variação será exibida na lista abaixo, com seu estoque e preço.

Vantagens:

  • Organização: evita ter dezenas de cadastros separados para o mesmo produto.
  • Controle de estoque preciso: sabe exatamente quantas unidades existem em cada variação (ex.: 5 camisetas P pretas, 8 M azuis, etc.).
  • Facilidade na venda: o sistema apresenta todas as opções de variação para o vendedor/caixa escolher na hora da venda.
  • Gestão centralizada: relatórios ficam mais claros, pois todas as variações estão agrupadas sob o mesmo produto.

Resumindo:

Modelos de Grade é a estrutura que permite controlar variações de um mesmo produto (como cor, tamanho ou modelo), organizando estoque e vendas de forma detalhada e centralizada.

Para que serve o campo Estoque?

O campo Estoque no cadastro de produto serve para registrar a quantidade total disponível daquele item (ou de suas variações, quando houver grade).

Explicando:

  • Esse campo é usado para indicar quanto do produto a empresa tem em estoque no momento do cadastro ou atualização.
  • No caso de produtos com grade (tamanho, cor, etc.), o sistema pode somar as quantidades das variações e exibir o total aqui.

Para que serve:

  1. Controle de vendas: impede que o sistema venda mais do que a quantidade disponível.
  2. Gestão de estoque: permite acompanhar saídas (vendas) e entradas (compras/ajustes).
  3. Relatórios gerenciais: ajuda a calcular giro de estoque, rupturas e necessidade de reposição.
  4. Automatização: sistemas integrados podem dar alerta quando o estoque atingir nível mínimo.

Exemplo prático:

  • Você cadastra um tênis.
    • Estoque total: 20 pares.
    • Dentro da grade:
      • Tamanho 38 (Preto) → 5 unidades
      • Tamanho 39 (Preto) → 7 unidades
      • Tamanho 40 (Branco) → 8 unidades
    • O campo Estoque vai mostrar o total de 20 unidades disponíveis.

Resumindo:

O campo Estoque indica a quantidade disponível do produto (ou o total das variações cadastradas na grade), servindo como base para o controle de vendas, compras e relatórios.

Para que serve o campo Tamanho?

O campo Tamanho dentro da Grade de Produtos serve para registrar a variação do produto em relação à sua medida ou dimensão.

Explicando:

  • Muitos produtos possuem diferentes tamanhos e, por isso, precisam ser controlados separadamente no estoque.
  • Esse campo permite cadastrar essas variações sem precisar criar um novo produto para cada tamanho.

Exemplos práticos:

  • Roupas: P, M, G, GG.
  • Calçados: 37, 38, 39, 40.
  • Bebidas/Alimentos: 300ml, 600ml, 1L.
  • Acessórios: pequeno, médio, grande.

Para que serve:

  1. Controle de estoque detalhado: você sabe exatamente quantas unidades existem de cada tamanho.
  2. Facilidade de venda: o sistema permite selecionar o tamanho certo no momento da venda.
  3. Relatórios completos: ajuda a identificar quais tamanhos vendem mais e quais ficam encalhados.
  4. Organização do cadastro: evita criar cadastros duplicados para o mesmo produto.

Resumindo:

O campo Tamanho é usado para diferenciar as variações de um produto em suas medidas (P, M, G, numeração, volume, etc.), permitindo controle individual de estoque e vendas para cada uma delas.

Para que serve o campo Cor?

O campo Cor dentro da Grade de Produtos serve para registrar a variação do produto em relação à sua cor ou estampa.

Explicando:

  • Assim como o campo Tamanho, a Cor permite controlar diferentes versões do mesmo produto.
  • Em vez de criar vários cadastros (ex.: “Camiseta Preta”, “Camiseta Azul”, “Camiseta Vermelha”), você cadastra apenas um produto principal e utiliza a grade para especificar as cores.

Exemplos práticos:

  • Roupas: Preto, Branco, Azul, Vermelho.
  • Calçados: Preto, Marrom, Branco.
  • Acessórios: Dourado, Prata, Rose.
  • Móveis/Eletros: Madeira, Preto Fosco, Inox.

Para que serve:

  1. Controle de estoque detalhado: você sabe exatamente quantas unidades existem de cada cor.
  2. Facilidade na venda: o sistema mostra ao vendedor/caixa todas as cores disponíveis para o cliente escolher.
  3. Relatórios claros: ajuda a identificar quais cores vendem mais e quais ficam paradas no estoque.
  4. Organização: evita criar vários produtos duplicados para cada cor.

Resumindo:

O campo Cor é usado para diferenciar as variações de um produto pela sua tonalidade ou estampa, permitindo controlar estoque, preço e vendas de forma organizada e centralizada.

Para que serve o campo Quantidade?

O campo Quantidade dentro da Grade de Produtos serve para indicar quantas unidades daquela variação específica (tamanho + cor, por exemplo) estão disponíveis em estoque.

Explicando:

  • Cada produto pode ter várias combinações de tamanho e cor (ou outros atributos).
  • Para cada combinação cadastrada, você precisa informar quantas peças existem fisicamente no estoque.

Exemplo prático:

Se você está cadastrando uma camiseta básica:

  • Tamanho P, Cor Preta, Quantidade = 10
  • Tamanho M, Cor Preta, Quantidade = 15
  • Tamanho G, Cor Branca, Quantidade = 8

Assim, o sistema controla o estoque separadamente para cada variação.

Para que serve:

  1. Controle de vendas: impede vender mais unidades do que realmente existem.
  2. Gestão de estoque detalhada: mostra em relatórios qual variação tem maior saída e qual encalha.
  3. Organização: ajuda no planejamento de reposição (ex.: comprar mais P preto porque vendeu rápido).
  4. Agilidade na operação: no ponto de venda (PDV), o vendedor vê exatamente se a variação desejada pelo cliente está disponível.

Resumindo:

O campo Quantidade é usado para registrar o número de unidades disponíveis em estoque para cada variação do produto (cor, tamanho, etc.).

Para que serve o campo Preço de Venda?

O campo Preço de Venda dentro da Grade de Produtos serve para registrar o valor pelo qual aquela variação do produto será comercializada.

Explicando:

  • Cada variação (combinação de Tamanho e Cor, por exemplo) pode ter um preço diferente.
  • Esse campo define o valor que será exibido no sistema de vendas (PDV ou e-commerce) quando o cliente escolher aquela variação.

Exemplos práticos:

  • Camiseta Básica:
    • Tamanho P, Cor Preta → Preço de Venda: R$ 49,90
    • Tamanho G, Cor Azul → Preço de Venda: R$ 54,90 (um pouco mais caro devido ao tamanho maior)
  • Tênis:
    • Numeração 38, Cor Branca → R$ 199,00
    • Numeração 42, Cor Preta → R$ 209,00

Para que serve:

  1. Definir o valor de venda ao cliente em cada variação.
  2. Automatizar o processo no PDV/e-commerce, evitando que o vendedor tenha que digitar o preço manualmente.
  3. Permitir preços diferenciados por variação, quando necessário.
  4. Garantir relatórios financeiros precisos, já que a receita será vinculada ao preço cadastrado.

Resumindo:

O campo Preço de Venda é usado para registrar o valor de comercialização de cada variação do produto, sendo esse o preço final que o cliente pagará.

O que é DBC / Príncipio Ativo?

O campo DBC / Princípio Ativo dentro do Cadastro de Produto é usado principalmente para produtos controlados por órgãos reguladores, como medicamentos, cosméticos, saneantes ou outros itens sujeitos à vigilância sanitária.

Explicando:

  • Princípio Ativo → é a substância química ou biológica que gera o efeito principal de um medicamento ou produto.
    • Exemplo:
      • Dipirona Sódica → princípio ativo de vários analgésicos.
      • Ibuprofeno → princípio ativo de anti-inflamatórios.
  • DBC (Descrição Básica do Componente) → em alguns sistemas, esse campo é usado como uma referência técnica ou código para identificar a composição básica do produto.

Para que serve:

  1. Controle regulatório: obrigatório em cadastros de produtos farmacêuticos, hospitalares ou de saúde, já que a ANVISA exige rastreabilidade pelo princípio ativo.
  2. Rastreabilidade: facilita consultas e relatórios por substância (ex.: vendas de todos os produtos que contêm dipirona).
  3. Padronização de cadastro: garante que produtos semelhantes sejam organizados pelo mesmo princípio ativo, mesmo que tenham nomes comerciais diferentes.
  4. Integração com sistemas fiscais/ANVISA: alguns sistemas cruzam esses dados para atender exigências de órgãos reguladores.

Resumindo:

O campo DBC / Princípio Ativo identifica a substância principal que compõe o produto (normalmente medicamentos), sendo fundamental para controle da ANVISA, rastreabilidade e conformidade legal.

O que é Registro na Anvisa?

O campo Registro na Anvisa dentro do Cadastro de Produto é utilizado para informar o número de registro do produto junto à ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Explicando:

  • A ANVISA é o órgão responsável por regulamentar e fiscalizar a produção e comercialização de diversos produtos no Brasil, como:
    • Medicamentos
    • Cosméticos
    • Saneantes (produtos de limpeza)
    • Alimentos e suplementos alimentares
    • Produtos para saúde (equipamentos médicos, próteses etc.)
  • Cada produto que precisa de aprovação da ANVISA recebe um número único de registro, que garante que ele foi analisado e está autorizado para fabricação, importação e venda no país.

Para que serve no sistema:

  1. Conformidade legal: garante que a empresa está comercializando produtos devidamente regularizados.
  2. Rastreabilidade: permite consultas rápidas ao registro do produto no banco de dados da ANVISA.
  3. Segurança ao consumidor: reforça a confiança de que o produto é seguro e autorizado.
  4. Fiscalização: em auditorias, facilita a apresentação da documentação exigida.

Exemplo:

  • Um medicamento comum como Dipirona Sódica 500mg pode ter um número de registro ANVISA no formato:
    1.2345.6789.001-1
  • Esse número deve ser informado nesse campo para vincular o produto ao seu registro oficial.

Resumindo:

O Registro na Anvisa é o código numérico que comprova a autorização oficial de um produto pela ANVISA, garantindo sua regularização e segurança para comercialização.

Para que serve o campo Outras Informações?

O campo Outras Informações no Cadastro de Produto serve como um espaço livre e complementar para registrar dados adicionais sobre o produto que não se encaixam nos campos padronizados (como Princípio Ativo ou Registro na Anvisa).

Para que serve:

  1. Detalhes específicos do produto: informações técnicas ou comerciais que podem ser úteis para o controle interno.
  2. Observações regulatórias: observações extras exigidas por auditorias, normas internas ou parceiros comerciais.
  3. Rastreabilidade: dados que auxiliem em identificar o produto em situações específicas (ex.: lote, validade estendida, fornecedor alternativo).
  4. Informações de marketing ou venda: como instruções especiais de exposição, diferenciais do produto ou cuidados de manuseio.

Exemplos práticos de uso:

  • Para medicamentos: “Uso adulto – não fracionar”
  • Para cosméticos: “Dermatologicamente testado – hipoalergênico”
  • Para alimentos: “Produto sem glúten”
  • Para controle interno: “Fornecedor reserva: XYZ Distribuidora”

Resumindo:

O campo Outras Informações é um campo flexível usado para registrar qualquer dado relevante do produto que não esteja contemplado nos outros campos obrigatórios do cadastro.

Para que serve o campo Imagens do Produto?

O campo Imagens do Produto no Cadastro de Produto serve para adicionar fotos ou representações visuais do item que está sendo cadastrado no sistema.

Para que serve:

  1. Identificação visual: facilita que vendedores, atendentes e clientes reconheçam o produto rapidamente.
  2. Organização interna: ajuda no controle de estoque e evita confusões entre produtos parecidos.
  3. Vendas online (e-commerce): as imagens cadastradas podem ser exibidas diretamente na loja virtual, aumentando a atratividade e confiança do cliente.
  4. PDV (Ponto de Venda): torna o sistema mais intuitivo, já que o operador consegue visualizar o produto na tela.

Regras exibidas na tela:

  • Tamanho máximo: 1Mb por imagem.
  • Formatos permitidos: PNG, JPG e JPEG.

Exemplos práticos:

  • Loja de roupas: foto da camiseta em cada cor disponível.
  • Farmácia: foto da embalagem do medicamento.
  • Mercado: foto do produto alimentício (ex.: pacote de arroz).
  • Eletrônicos: imagem do modelo exato do aparelho.

Resumindo:

O campo Imagens do Produto serve para anexar fotos que facilitam a identificação, controle e venda do item, tanto em operações internas quanto em e-commerces integrados.

Para que serve o campo Observação Interna?

O campo Observação Interna no Cadastro de Produto serve para registrar informações adicionais destinadas apenas ao uso interno da empresa, sem aparecer para o cliente na nota fiscal ou no PDV.

Para que serve:

  1. Anotações de controle interno: observações sobre o produto que só a equipe deve visualizar.
  2. Orientações para estoque ou compras: detalhes sobre fornecedor, prazos de reposição ou condições especiais.
  3. Histórico do produto: por exemplo, se já sofreu alteração de preço, se teve lote com problema, se foi substituído por outra versão.
  4. Observações administrativas: dados úteis para o time de gestão, mas irrelevantes para o cliente final.

Exemplos práticos:

  • Roupas: “Esse modelo encolhe, orientar cliente sobre lavagem.”
  • Eletrônicos: “Garantia de 6 meses direto com o fornecedor.”
  • Farmácia: “Produto sazonal – maior demanda no inverno.”
  • Mercado: “Validade curta, monitorar giro semanal.”

Resumindo:

O campo Observação Interna é um espaço reservado para anotações visíveis apenas para a equipe da empresa, ajudando no controle, gestão e comunicação interna sobre o produto.

Para que serve o campo Unidade de Medida?

O campo Unidade de Medida no Cadastro de Produto serve para indicar como o produto será controlado, armazenado e vendido dentro do sistema.

Explicando:

  • Cada produto pode ser comercializado de uma forma: em unidade, peso, volume ou comprimento.
  • Esse campo define a referência padrão usada para o estoque e para as movimentações de compra e venda.

Exemplos práticos:

  • Unidade (UN): usado para produtos vendidos em peças individuais (ex.: celular, camiseta, sapato).
  • Quilo (KG): usado para alimentos vendidos por peso (ex.: carne, frutas, grãos).
  • Litro (L): usado para bebidas, combustíveis, produtos de limpeza.
  • Metro (M): usado para tecidos, cabos, fios.
  • Caixa (CX): quando a venda é feita em embalagens fechadas.

Para que serve:

  1. Controle de estoque correto: o sistema saberá se deve registrar entrada/saída em unidades, kg, litros etc.
  2. Facilidade na venda: evita erros no PDV (ex.: vender 1 UN de arroz ao invés de 5 KG).
  3. Gestão de custos: possibilita calcular preço de compra e venda de acordo com a unidade correta.
  4. Conversão entre unidades: em alguns casos, pode-se cadastrar um fator de conversão (ex.: 1 caixa = 12 unidades).

Resumindo:

O campo Unidade de Medida define a forma de controle do produto no sistema (unidade, kg, litro, metro, etc.), garantindo que o estoque e as vendas sejam registrados corretamente.

Para que serve o campo Unidade de Medida (Venda)?

O campo Unidade de Medida (Venda) no Cadastro de Produto serve para definir em qual forma o produto será vendido ao cliente, ou seja, a unidade comercial utilizada no momento da venda.

Explicando:

  • O produto pode ter uma unidade de medida padrão de controle de estoque (como caixa, fardo, litro, kg) e, ao mesmo tempo, uma unidade diferente para venda.
  • Esse campo permite registrar exatamente como o produto será oferecido ao consumidor no PDV (ponto de venda) ou no e-commerce.

Exemplos práticos:

  1. Bebidas:
    • Unidade de Medida principal (estoque): Caixa com 12 unidades
    • Unidade de Medida (Venda): Garrafa (UN)
    • Assim, o sistema sabe que ao vender 1 unidade, está saindo apenas 1 garrafa, e não a caixa inteira.
  2. Alimentos a granel:
    • Estoque: KG
    • Unidade de Medida (Venda): 100g
    • O sistema faz a conversão automática.
  3. Eletrônicos:
    • Estoque: Unidade (UN)
    • Unidade de Medida (Venda): também UN (sem conversão).

Para que serve:

  1. Precisão no controle de estoque: permite conversão entre o que entra (estoque) e o que sai (venda).
  2. Flexibilidade: possibilita vender em embalagens diferentes (ex.: caixa e unidade, litro e ml).
  3. Evita erros: garante que o PDV saiba a quantidade correta a ser baixada do estoque.
  4. Preço correto: vincula o valor exato de acordo com a unidade de venda escolhida.

Resumindo:

O campo Unidade de Medida (Venda) define a forma em que o produto é efetivamente vendido ao cliente (UN, KG, L, caixa, pacote, etc.), garantindo que o preço e o estoque sejam controlados corretamente.

Para que serve o campo Quantidade?

Para que serve o campo Preço de Venda?

O campo Quantidade dentro da seção Unidades de Medidas serve para indicar quantas unidades da medida principal correspondem à unidade de venda que você está cadastrando.

Explicando:

  • Ele é usado quando o produto pode ser vendido em diferentes formatos (caixa, pacote, unidade, litro, etc.), e você precisa dizer ao sistema a equivalência entre a unidade de estoque e a unidade de venda.

Exemplos práticos:

  1. Refrigerante
    • Unidade de Medida (estoque): Caixa
    • Unidade de Medida (Venda): Unidade (garrafa)
    • Quantidade = 12
      Isso significa que 1 caixa equivale a 12 garrafas.
  2. Arroz
    • Unidade de Medida (estoque): Saco de 30kg
    • Unidade de Medida (Venda): Kg
    • Quantidade = 30
      Cada saco pode ser fracionado em 30 vendas de 1kg.
  3. Tecido
    • Unidade de Medida (estoque): Rolo de 50 metros
    • Unidade de Medida (Venda): Metro
    • Quantidade = 50
      Cada rolo pode ser vendido em até 50 metros.

Para que serve:

  1. Conversão automática: o sistema sabe quanto dar baixa no estoque quando uma venda é feita em uma unidade diferente da principal.
  2. Controle preciso: evita inconsistências quando o mesmo produto é comercializado de formas diferentes.
  3. Flexibilidade de venda: permite vender tanto em atacado (caixa, fardo, rolo) quanto em varejo (unidade, kg, metro).

Resumindo:

O campo Quantidade define a equivalência entre a unidade de medida do estoque e a unidade de medida de venda, permitindo que o sistema faça a conversão correta no controle de estoque e nas vendas.

Para que serve o campo Fator de Venda?

O campo Fator de Venda no Cadastro de Produto serve para definir a forma como o sistema vai converter a unidade de medida principal do produto em relação à unidade de venda cadastrada.

Explicando:

  • Quando um produto pode ser vendido em diferentes unidades (ex.: caixa, unidade, quilo, grama, litro, ml), é preciso dizer ao sistema como calcular essa conversão.
  • O fator de venda pode ser configurado como multiplicação ou divisão, dependendo da lógica da relação entre estoque e venda.

Exemplos práticos:

  1. Multiplicação (estoque em caixas → venda em unidades)
    • Unidade de Medida (estoque): Caixa
    • Unidade de Medida (venda): Unidade
    • Quantidade: 12
    • Fator de Venda: Multiplicação
      👉 Significa que 1 caixa corresponde a 12 unidades.
  2. Divisão (estoque em quilos → venda em gramas)
    • Unidade de Medida (estoque): Kg
    • Unidade de Medida (venda): 100g
    • Quantidade: 10
    • Fator de Venda: Divisão
      👉 Significa que 1 kg pode ser dividido em 10 partes de 100g.
  3. Litros → ml
    • Estoque: Litro
    • Venda: ml
    • Quantidade: 1000
    • Fator de Venda: Divisão
      👉 1 litro equivale a 1000 ml.

Para que serve:

  1. Controle de estoque correto: garante que a baixa no estoque corresponda à forma como o produto é vendido.
  2. Flexibilidade: permite vender tanto no atacado (caixa, fardo) quanto no varejo (unidade, kg, ml).
  3. Cálculo automático: o sistema faz as conversões sem necessidade de ajustes manuais.

Resumindo:

O campo Fator de Venda define a regra matemática (multiplicação ou divisão) usada pelo sistema para converter a unidade de medida principal em relação à unidade de venda.

Para que serve o campo Percentual Diferimento(%)?

O campo Percentual Diferimento (%) no Cadastro de Produto é utilizado para registrar a parte do ICMS que será diferida (postergada) para outro momento da cadeia de circulação da mercadoria.

Explicando:

  • Diferimento do ICMS significa que o pagamento do imposto não é feito na operação atual, mas sim em uma operação futura, geralmente pelo próximo contribuinte da cadeia (ex.: indústria → distribuidor → varejo).
  • Esse campo define qual percentual do imposto será diferido na nota fiscal de saída.

Exemplo prático:

  • Uma mercadoria com ICMS de 18% pode ter diferimento de 100%, ou seja, o remetente não paga o ICMS na saída, e a responsabilidade passa para o comprador em uma etapa futura.
  • Em alguns casos, pode haver diferimento parcial (ex.: 60%), em que parte do ICMS é pago na operação atual e o restante é postergado.

Situações comuns de uso:

  1. Produtos agropecuários: diferimento até a industrialização.
  2. Substituição tributária: quando o imposto é recolhido posteriormente por outro contribuinte.
  3. Benefícios fiscais regionais: alguns estados aplicam diferimento parcial como incentivo econômico.

Para que serve no sistema:

  • Cálculo correto do ICMS: o sistema entende que parte (ou todo) o imposto será diferido.
  • Conformidade fiscal: garante que a nota fiscal seja aceita pela SEFAZ de acordo com as regras tributárias.
  • Gestão contábil: facilita relatórios e auditorias, evitando recolhimento indevido de imposto.

Resumindo:

O campo Percentual Diferimento (%) indica a porcentagem do ICMS que não será recolhida na operação atual, sendo diferida para uma etapa futura da cadeia de circulação da mercadoria.

Para que serve o campo Percentual Diferimento FCP(%)?

O campo Percentual Diferimento FCP (%) no Cadastro de Produto é usado para indicar a parte do Fundo de Combate à Pobreza (FCP) que será diferida (postergada) em uma operação de ICMS.

Explicando:

  • O FCP é um adicional de ICMS criado pelos estados para financiar ações sociais, normalmente aplicado a produtos considerados supérfluos ou de maior impacto social (como bebidas alcoólicas, cigarros, cosméticos, combustíveis etc.).
  • O diferimento do FCP funciona da mesma forma que o diferimento do ICMS: o pagamento do tributo é adiado, sendo transferido para outro contribuinte em uma etapa posterior da cadeia.

Exemplo prático:

  • Produto com alíquota de FCP de 2%.
  • O estado determina que haja diferimento de 100% → o remetente não paga o FCP na saída, e a responsabilidade é transferida para o próximo da cadeia.
  • Se o diferimento for parcial (ex.: 50%), metade é paga na operação atual e a outra metade fica para o próximo contribuinte.

Para que serve no sistema:

  1. Cálculo automático: informa ao sistema qual parte do FCP não deve ser recolhida na operação atual.
  2. Conformidade com a SEFAZ: garante que a nota fiscal seja validada corretamente, obedecendo à legislação estadual.
  3. Gestão tributária: evita recolhimento indevido e problemas em auditorias fiscais.

Resumindo:

O campo Percentual Diferimento FCP (%) indica qual porcentagem do adicional de ICMS destinado ao Fundo de Combate à Pobreza será diferida (adiada) para recolhimento em uma etapa futura da cadeia de circulação.

Para que serve o campo BC ICMS ST Retido?

O campo BC ICMS ST Retido no Cadastro de Produto serve para informar a Base de Cálculo (BC) do ICMS Substituição Tributária (ST) que já foi retida anteriormente em uma operação.

Explicando:

  • ICMS-ST (Substituição Tributária) é o regime em que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS é atribuída a um contribuinte da cadeia (normalmente o fabricante ou importador).
  • Isso significa que, quando a mercadoria chega ao varejista, o ICMS já foi pago antecipadamente pelo fornecedor.
  • Nesse caso, o varejista precisa apenas informar na nota fiscal qual foi a base de cálculo usada para reter esse imposto.

Exemplo prático:

  • Um fabricante vende um refrigerante para um distribuidor e já recolhe o ICMS-ST antecipado.
  • Quando o distribuidor vende para o varejista, deve constar na nota:
    • BC ICMS ST Retido: R$ 1.000,00 (valor sobre o qual o ICMS-ST foi calculado).
    • Valor ICMS ST Retido: R$ 180,00 (imposto já pago).

Assim, o próximo da cadeia (varejista) não precisa recolher novamente o imposto, apenas registrar que já foi recolhido.

Para que serve no sistema:

  1. Transparência fiscal: garante que a nota mostre corretamente os valores já recolhidos.
  2. Conformidade com a SEFAZ: evita erros e rejeição de notas fiscais eletrônicas.
  3. Gestão tributária: permite controlar créditos e débitos de ICMS-ST.
  4. Evitar bitributação: demonstra que o imposto já foi pago em uma etapa anterior.

Resumindo:

O campo BC ICMS ST Retido serve para registrar a base de cálculo do ICMS-ST que já foi recolhido em operações anteriores, garantindo que o imposto não seja cobrado novamente e que a nota fiscal esteja em conformidade com a legislação.

Para que serve o campo Valor ICMS ST Retido?

O campo Valor ICMS ST Retido no Cadastro de Produto serve para registrar o valor do ICMS Substituição Tributária (ST) que já foi pago antecipadamente em uma etapa anterior da cadeia de circulação da mercadoria.

Explicando:

  • O ICMS-ST (Substituição Tributária) é um regime em que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS de toda a cadeia é concentrada em um único contribuinte (normalmente o fabricante ou importador).
  • Assim, quando o produto chega ao distribuidor ou varejista, o ICMS já foi recolhido, e na nota fiscal deve constar:
    • BC ICMS ST Retido → base de cálculo utilizada para apuração.
    • Valor ICMS ST Retido → o valor efetivo do imposto já pago.

Exemplo prático:

  • Produto: Refrigerante
  • Base de cálculo do ICMS-ST (BC ICMS ST Retido): R$ 1.000,00
  • Alíquota ICMS: 18%
  • Valor ICMS ST Retido: R$ 180,00

Esse valor será informado na nota fiscal para mostrar que o imposto já foi recolhido e que não deve ser cobrado novamente.

Para que serve no sistema:

  1. Comprovar recolhimento antecipado: evita dupla tributação.
  2. Atender à legislação fiscal: obrigatório em notas de produtos sujeitos à ST.
  3. Facilitar auditoria e escrituração: garante clareza nos relatórios fiscais e contábeis.
  4. Segurança para o varejista: mostra que ele não precisa recolher novamente o imposto.

Resumindo:

O campo Valor ICMS ST Retido indica o valor do ICMS já recolhido por substituição tributária em etapas anteriores, garantindo que o imposto não seja pago duas vezes e que a nota fiscal esteja em conformidade com a legislação.

Para que serve o campo Alíquota Suportada Cons. Final?

O campo Alíquota Suportada Cons. Final no Cadastro de Produto serve para registrar a alíquota de ICMS que será aplicada nas vendas destinadas ao consumidor final, principalmente quando a operação envolve diferença de alíquota (DIFAL).

Explicando:

  • Quando uma empresa vende para consumidor final localizado em outro estado, aplica-se a regra do ICMS-DIFAL (Diferença de Alíquota).
  • Nesse caso, é necessário informar qual alíquota o consumidor final deve suportar, ou seja, o percentual de ICMS aplicável à operação.

Exemplo prático:

  • Empresa da Bahia vende um produto para um consumidor final em São Paulo.
  • Alíquota interna em SP: 18%
  • Alíquota interestadual (BA → SP): 12%
  • A diferença (6%) deve ser recolhida para o estado de destino (SP).
  • Nesse campo, você informaria a Alíquota Suportada Cons. Final = 18% (a alíquota do estado de destino).

Situações comuns de uso:

  1. Vendas interestaduais para consumidor final não contribuinte do ICMS (pessoa física, por exemplo).
  2. E-commerce → quando a loja vende online para clientes em outros estados.
  3. Empresas do Simples Nacional → também devem preencher esse campo para cálculo correto do DIFAL.

Para que serve no sistema:

  • Cálculo automático do DIFAL (Diferença de Alíquota).
  • Conformidade com a SEFAZ → exigência para emissão correta da NF-e em operações interestaduais.
  • Evita recolhimento errado → garante que a parte do imposto seja destinada ao estado correto.

Resumindo:

O campo Alíquota Suportada Cons. Final define o percentual de ICMS aplicável nas operações interestaduais destinadas a consumidor final, sendo fundamental para calcular o DIFAL e garantir a correta distribuição do imposto entre os estados.

Para que serve o campo Alíquota Simples Nacional(%)?

O campo Alíquota Simples Nacional (%) no Cadastro de Produto serve para registrar a alíquota aplicável ao ICMS dentro do regime do Simples Nacional quando a empresa optante por esse regime está vendendo o produto.

Explicando:

  • As empresas do Simples Nacional pagam seus impostos de forma unificada (DAS), mas a legislação exige que algumas informações do ICMS apareçam na nota fiscal eletrônica (NF-e ou NFC-e).
  • Nesse campo, informa-se a alíquota correspondente ao ICMS no Simples Nacional, conforme a faixa de receita bruta acumulada da empresa.

Exemplo prático:

  • Empresa optante pelo Simples Nacional, faturamento anual de R$ 500.000,00.
  • Conforme a tabela do Simples, a alíquota efetiva é 4%.
  • Nesse caso, você informaria Alíquota Simples Nacional (%) = 4,00.

Situações comuns:

  1. Venda para consumidor final → a nota mostra a alíquota usada pelo Simples.
  2. Venda para contribuinte do ICMS → o sistema pode destacar o valor para cálculo de crédito.
  3. Exigência da SEFAZ → algumas operações precisam trazer a alíquota informada para que a NF-e seja validada.

Para que serve no sistema:

  1. Emissão correta da NF-e → garante que o XML contenha as informações exigidas pela legislação.
  2. Transparência tributária → mostra ao cliente ou à fiscalização qual foi a alíquota aplicada.
  3. Cálculo automático → o sistema usa esse percentual para compor os campos tributários da nota.

Resumindo:

O campo Alíquota Simples Nacional (%) define a porcentagem do ICMS dentro do regime do Simples que deve constar na nota fiscal, garantindo conformidade fiscal e clareza nas operações.

Para que serve o campo Ad Rem ICMS?

O campo Ad Rem ICMS no Cadastro de Produto serve para registrar um valor fixo de ICMS cobrado por unidade de medida do produto (e não um percentual sobre o valor da operação, como é o mais comum).

Explicando:

  • Normalmente, o ICMS é calculado como percentual (%) sobre o valor da mercadoria.
  • No regime Ad Rem, o ICMS é cobrado em valor absoluto (fixo), por unidade, peso, volume, capacidade ou quantidade.

Exemplos práticos:

  1. Cigarros e fumígenos
    • O ICMS pode ser definido como R$ 1,50 por maço, independente do preço de venda.
  2. Combustíveis
    • Pode ser aplicado como R$ 0,80 por litro.
  3. Bebidas
    • Exemplo: R$ 0,20 por garrafa.

Nesse caso, o sistema utiliza o campo Ad Rem ICMS para multiplicar esse valor fixo pela quantidade vendida.

Para que serve no sistema:

  1. Calcular corretamente o ICMS quando a legislação aplica valor fixo ao invés de percentual.
  2. Evitar erros fiscais em produtos sujeitos a esse tipo de tributação (que são exceções).
  3. Emitir NF-e conforme exigência da SEFAZ, já que algumas mercadorias precisam desse cálculo especial.

Resumindo:

O campo Ad Rem ICMS é usado para registrar o valor fixo de ICMS por unidade de medida (ex.: por litro, quilo, maço), aplicável a produtos como cigarros, bebidas e combustíveis, onde o imposto não é calculado por percentual, mas sim por quantidade.

Para que serve o campo Informações Adicionais para NFe?

O campo Informações Adicionais para NF-e no Cadastro de Produto serve para incluir mensagens complementares ou obrigatórias que serão impressas no corpo da Nota Fiscal eletrônica (NF-e) e também transmitidas para a SEFAZ.

Para que serve:

  1. Atender exigências legais ou fiscais:
    • Algumas operações exigem textos específicos nas notas, como menções a isenção, redução de base de cálculo ou benefício fiscal.
    • Exemplo: “Produto isento de ICMS conforme Convênio X/XX.”
  2. Informações ao cliente ou transportador:
    • Mensagens importantes sobre transporte, armazenagem ou uso.
    • Exemplo: “Manter refrigerado entre 2ºC e 8ºC.”
  3. Rastreamento e conformidade:
    • Quando a mercadoria precisa de documentação extra, como números de processos, laudos, guias ou registros.
    • Exemplo: “Operação amparada pelo Processo nº 12345/2023.”
  4. Integração com setores internos:
    • Orientações internas que também precisam constar na nota, para fins de auditoria ou conferência.

Exemplos práticos:

  • Produtos com substituição tributária: “ICMS-ST recolhido anteriormente pelo fabricante.”
  • Benefícios fiscais: “Venda com redução de base de cálculo de acordo com Decreto nº XXXX.”
  • Exportação: “Mercadoria destinada à exportação – não incidência de ICMS.”
  • Saúde/ANVISA: “Produto sujeito à regulação da ANVISA, Lote nº 5678.”

Resumindo:

O campo Informações Adicionais para NF-e é usado para registrar mensagens legais, fiscais ou comerciais que precisam aparecer na nota fiscal eletrônica, garantindo conformidade com a legislação e transparência na operação.

Para que serve o campo Código Benefício Fiscal?

O campo Código Benefício Fiscal no Cadastro de Produto serve para identificar, dentro da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o código que comprova e vincula um benefício fiscal concedido pelo governo (estadual ou federal) aplicado àquele produto ou operação.

Explicando:

  • Cada estado brasileiro pode conceder incentivos, isenções, reduções de base de cálculo ou créditos presumidos de ICMS.
  • Para que a SEFAZ aceite a NF-e e reconheça corretamente esse benefício, é obrigatório informar o código correspondente ao benefício fiscal concedido.
  • Esses códigos são definidos em tabelas publicadas pelas Secretarias da Fazenda estaduais.

Exemplos práticos:

  1. Isenção de ICMS em determinados medicamentos → código específico da legislação estadual.
  2. Redução de base de cálculo para produtos da cesta básica (arroz, feijão, leite etc.).
  3. Crédito presumido em operações incentivadas.
  4. Incentivos regionais (como em áreas da SUDENE ou SUDAM).

Para que serve no sistema:

  1. Validação da NF-e: sem o código correto, a nota pode ser rejeitada pela SEFAZ.
  2. Conformidade legal: garante que o benefício aplicado esteja de acordo com a legislação.
  3. Transparência tributária: facilita auditorias fiscais e comprovação de incentivos.
  4. Cálculo correto de tributos: o sistema aplica automaticamente a regra prevista pelo código.

Resumindo:

O campo Código Benefício Fiscal identifica na NF-e qual isenção, redução ou incentivo tributário está sendo aplicado ao produto, garantindo que a nota seja validada pela SEFAZ e que o benefício fiscal seja corretamente reconhecido.

Para que serve o campo Código ANP?

O campo Código ANP no Cadastro de Produto serve para identificar, na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o código oficial da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que classifica os combustíveis e derivados de petróleo.

Explicando:

  • A ANP possui uma tabela oficial com códigos que identificam cada tipo de combustível (gasolina comum, etanol hidratado, diesel S10, GLP, querosene de aviação etc.).
  • Quando o produto é do setor de combustíveis, esse código deve obrigatoriamente constar na NF-e, para que a operação seja reconhecida e validada pela SEFAZ.

Exemplos práticos de Código ANP:

  • 210101001 → Gasolina Automotiva Comum
  • 220102001 → Etanol Hidratado Combustível
  • 210203001 → Óleo Diesel B S10
  • 210601001 → Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
  • 150101002 → Querosene de Aviação

Para que serve no sistema:

  1. Obrigatoriedade legal: sem o Código ANP, notas fiscais de combustíveis são rejeitadas pela SEFAZ.
  2. Padronização: garante que o produto seja identificado corretamente em nível nacional.
  3. Controle fiscal e ambiental: permite rastrear operações de combustíveis, prevenindo fraudes e sonegação.
  4. Gestão tributária correta: o código influencia na aplicação de tributos específicos (ICMS, PIS/COFINS monofásico etc.).

Resumindo:

O campo Código ANP identifica o tipo exato de combustível ou derivado de petróleo na nota fiscal eletrônica, sendo obrigatório para empresas que comercializam esses produtos, garantindo conformidade com a ANP e a SEFAZ.

Para que serve o campo Preço de Fábrica?

O campo Preço de Fábrica no Cadastro de Produto serve para registrar o valor de origem do produto definido pelo fabricante, ou seja, o preço base antes da revenda, que muitas vezes é usado como referência em cálculos tributários ou de controle de margem.

Para que ele serve:

  1. Referência de custo e margem de lucro
    • Permite comparar o valor praticado pelo fabricante com o preço de compra e o preço de venda no sistema.
    • Exemplo: se o preço de fábrica é R$ 50,00 e a empresa revende por R$ 100,00, fica fácil visualizar a margem.
  2. Cálculos tributários específicos
    • Em alguns segmentos (ex.: bebidas, cigarros, medicamentos), a legislação utiliza o preço de fábrica ou sugerido pelo fabricante como base de cálculo de tributos.
  3. Controle contábil e gerencial
    • Ajuda a manter um histórico de preços originais de fornecedores e fabricantes, permitindo auditoria e análise de variação de preços.
  4. Transparência em relatórios
    • Facilita relatórios de precificação e gestão de estoque, mostrando o quanto cada produto foi encarecido desde a origem.

Exemplo prático:

  • Produto: Refrigerante 2L
  • Preço de fábrica: R$ 3,00
  • Preço de compra (distribuidor): R$ 3,50
  • Preço de venda (varejo): R$ 6,00

O sistema consegue mostrar:

  • Margem sobre compra: 71%
  • Margem sobre preço de fábrica: 100%

Resumindo:

O campo Preço de Fábrica é usado para registrar o valor de origem do produto definido pelo fabricante, servindo como referência para cálculos de margem, auditoria e, em alguns casos, para a base de cálculo de tributos específicos.

Para que serve o campo Preço de Compra?

O campo Preço de Compra no Cadastro de Produto serve para registrar o valor que a sua empresa pagou ao fornecedor para adquirir o produto, incluindo ou não impostos e frete, dependendo da forma como sua contabilidade controla os custos.

Para que ele serve:

  1. Controle de custo
    • Permite que o sistema saiba qual foi o valor desembolsado na aquisição do item, servindo de base para cálculos de margem de lucro e precificação.
  2. Gestão de estoque
    • Ajuda a calcular o custo médio do estoque, especialmente quando você faz novas compras a preços diferentes.
  3. Formação de preço de venda
    • O sistema pode cruzar o Preço de Compra com o Preço de Venda cadastrado para calcular automaticamente o markup ou a margem de lucro.
  4. Relatórios contábeis e fiscais
    • Facilita análises de despesas com mercadorias e avaliação de fornecedores.

Exemplo prático:

  • Produto: Arroz 5kg
  • Preço de fábrica: R$ 15,00 (valor de origem do fabricante)
  • Preço de compra: R$ 18,00 (valor pago ao distribuidor, já com impostos)
  • Preço de venda: R$ 25,00 (valor de venda ao consumidor final)

Nesse caso, o sistema consegue calcular:

  • Lucro bruto por unidade: R$ 7,00
  • Margem sobre o preço de compra: 38,8%

Resumindo:

O campo Preço de Compra registra o valor efetivo pago ao fornecedor pelo produto, servindo como base para controle de custos, cálculo de margens e gestão do estoque.

Para que serve o campo Produto da Agricultura, Pecuária e Produção Florestal (Guia GTA/Outros)?

O campo Produto da Agricultura, Pecuária e Produção Florestal (Guia GTA/Outros) no Cadastro de Produto serve para identificar e vincular produtos que estão sujeitos a controle sanitário, ambiental ou de rastreabilidade, normalmente exigidos em operações com produtos agropecuários, florestais e animais vivos.

Explicando:

  • A GTA (Guia de Trânsito Animal) é um documento oficial obrigatório para o transporte de animais vivos e alguns produtos de origem animal, emitido por órgãos de defesa agropecuária estaduais.
  • Da mesma forma, existem documentos específicos para produtos agrícolas e florestais que precisam ser informados na NF-e, como laudos de origem, certificações ou licenças ambientais.

Para que serve:

  1. Atender à legislação sanitária e fiscal
    • Obrigatório em operações de pecuária, agricultura e silvicultura.
    • Exemplo: transporte de gado, aves, madeira ou carvão vegetal.
  2. Rastreabilidade da produção
    • Permite que órgãos de fiscalização acompanhem a origem e o destino de produtos agropecuários e florestais.
  3. Controle de trânsito
    • Garante que mercadorias sujeitas a restrição só circulem com a documentação correta.
  4. Emissão de NF-e sem rejeição
    • A SEFAZ exige esse vínculo em operações agropecuárias e florestais; se não informado, a nota pode ser rejeitada.

Exemplos práticos de uso:

  • Agricultura: soja, milho, algodão, café.
  • Pecuária: bois, porcos, aves, leite cru.
  • Produção florestal: madeira em tora, carvão vegetal, lenha.

Resumindo:

O campo Produto da Agricultura, Pecuária e Produção Florestal (Guia GTA/Outros) é usado para vincular a nota fiscal a documentos obrigatórios de controle agropecuário, florestal ou animal (como a GTA), garantindo conformidade com as exigências legais de transporte, rastreabilidade e fiscalização.