
O que é o campo Modelos de Grade?
O campo Modelos de Grade no cadastro de produto é usado para organizar e controlar produtos que possuem variações, como tamanho, cor, modelo ou outra característica específica.
Explicando:
- Em muitos segmentos do varejo (roupas, calçados, acessórios, etc.), o mesmo produto pode ter diferentes versões.
- O modelo de grade permite cadastrar essas variações dentro de um único produto, em vez de criar vários cadastros separados.
- Exemplo clássico: uma camiseta pode ter tamanhos P, M, G, GG e cores Branco, Preto, Azul.
- Com o modelo de grade, você registra “Camiseta Básica” e controla cada combinação de tamanho + cor dentro desse produto.
Como funciona na prática:
- Você define o modelo de grade (ex.: Tamanho + Cor).
- Depois, preenche os campos abaixo (Tamanho, Cor, Quantidade e Preço de Venda).
- Cada variação será exibida na lista abaixo, com seu estoque e preço.
Vantagens:
- Organização: evita ter dezenas de cadastros separados para o mesmo produto.
- Controle de estoque preciso: sabe exatamente quantas unidades existem em cada variação (ex.: 5 camisetas P pretas, 8 M azuis, etc.).
- Facilidade na venda: o sistema apresenta todas as opções de variação para o vendedor/caixa escolher na hora da venda.
- Gestão centralizada: relatórios ficam mais claros, pois todas as variações estão agrupadas sob o mesmo produto.
Resumindo:
Modelos de Grade é a estrutura que permite controlar variações de um mesmo produto (como cor, tamanho ou modelo), organizando estoque e vendas de forma detalhada e centralizada.
Para que serve o campo Estoque?
O campo Estoque no cadastro de produto serve para registrar a quantidade total disponível daquele item (ou de suas variações, quando houver grade).
Explicando:
- Esse campo é usado para indicar quanto do produto a empresa tem em estoque no momento do cadastro ou atualização.
- No caso de produtos com grade (tamanho, cor, etc.), o sistema pode somar as quantidades das variações e exibir o total aqui.
Para que serve:
- Controle de vendas: impede que o sistema venda mais do que a quantidade disponível.
- Gestão de estoque: permite acompanhar saídas (vendas) e entradas (compras/ajustes).
- Relatórios gerenciais: ajuda a calcular giro de estoque, rupturas e necessidade de reposição.
- Automatização: sistemas integrados podem dar alerta quando o estoque atingir nível mínimo.
Exemplo prático:
- Você cadastra um tênis.
- Estoque total: 20 pares.
- Dentro da grade:
- Tamanho 38 (Preto) → 5 unidades
- Tamanho 39 (Preto) → 7 unidades
- Tamanho 40 (Branco) → 8 unidades
- O campo Estoque vai mostrar o total de 20 unidades disponíveis.
Resumindo:
O campo Estoque indica a quantidade disponível do produto (ou o total das variações cadastradas na grade), servindo como base para o controle de vendas, compras e relatórios.
Para que serve o campo Tamanho?
O campo Tamanho dentro da Grade de Produtos serve para registrar a variação do produto em relação à sua medida ou dimensão.
Explicando:
- Muitos produtos possuem diferentes tamanhos e, por isso, precisam ser controlados separadamente no estoque.
- Esse campo permite cadastrar essas variações sem precisar criar um novo produto para cada tamanho.
Exemplos práticos:
- Roupas: P, M, G, GG.
- Calçados: 37, 38, 39, 40.
- Bebidas/Alimentos: 300ml, 600ml, 1L.
- Acessórios: pequeno, médio, grande.
Para que serve:
- Controle de estoque detalhado: você sabe exatamente quantas unidades existem de cada tamanho.
- Facilidade de venda: o sistema permite selecionar o tamanho certo no momento da venda.
- Relatórios completos: ajuda a identificar quais tamanhos vendem mais e quais ficam encalhados.
- Organização do cadastro: evita criar cadastros duplicados para o mesmo produto.
Resumindo:
O campo Tamanho é usado para diferenciar as variações de um produto em suas medidas (P, M, G, numeração, volume, etc.), permitindo controle individual de estoque e vendas para cada uma delas.
Para que serve o campo Cor?
O campo Cor dentro da Grade de Produtos serve para registrar a variação do produto em relação à sua cor ou estampa.
Explicando:
- Assim como o campo Tamanho, a Cor permite controlar diferentes versões do mesmo produto.
- Em vez de criar vários cadastros (ex.: “Camiseta Preta”, “Camiseta Azul”, “Camiseta Vermelha”), você cadastra apenas um produto principal e utiliza a grade para especificar as cores.
Exemplos práticos:
- Roupas: Preto, Branco, Azul, Vermelho.
- Calçados: Preto, Marrom, Branco.
- Acessórios: Dourado, Prata, Rose.
- Móveis/Eletros: Madeira, Preto Fosco, Inox.
Para que serve:
- Controle de estoque detalhado: você sabe exatamente quantas unidades existem de cada cor.
- Facilidade na venda: o sistema mostra ao vendedor/caixa todas as cores disponíveis para o cliente escolher.
- Relatórios claros: ajuda a identificar quais cores vendem mais e quais ficam paradas no estoque.
- Organização: evita criar vários produtos duplicados para cada cor.
Resumindo:
O campo Cor é usado para diferenciar as variações de um produto pela sua tonalidade ou estampa, permitindo controlar estoque, preço e vendas de forma organizada e centralizada.
Para que serve o campo Quantidade?
O campo Quantidade dentro da Grade de Produtos serve para indicar quantas unidades daquela variação específica (tamanho + cor, por exemplo) estão disponíveis em estoque.
Explicando:
- Cada produto pode ter várias combinações de tamanho e cor (ou outros atributos).
- Para cada combinação cadastrada, você precisa informar quantas peças existem fisicamente no estoque.
Exemplo prático:
Se você está cadastrando uma camiseta básica:
- Tamanho P, Cor Preta, Quantidade = 10
- Tamanho M, Cor Preta, Quantidade = 15
- Tamanho G, Cor Branca, Quantidade = 8
Assim, o sistema controla o estoque separadamente para cada variação.
Para que serve:
- Controle de vendas: impede vender mais unidades do que realmente existem.
- Gestão de estoque detalhada: mostra em relatórios qual variação tem maior saída e qual encalha.
- Organização: ajuda no planejamento de reposição (ex.: comprar mais P preto porque vendeu rápido).
- Agilidade na operação: no ponto de venda (PDV), o vendedor vê exatamente se a variação desejada pelo cliente está disponível.
Resumindo:
O campo Quantidade é usado para registrar o número de unidades disponíveis em estoque para cada variação do produto (cor, tamanho, etc.).
Para que serve o campo Preço de Venda?
O campo Preço de Venda dentro da Grade de Produtos serve para registrar o valor pelo qual aquela variação do produto será comercializada.
Explicando:
- Cada variação (combinação de Tamanho e Cor, por exemplo) pode ter um preço diferente.
- Esse campo define o valor que será exibido no sistema de vendas (PDV ou e-commerce) quando o cliente escolher aquela variação.
Exemplos práticos:
- Camiseta Básica:
- Tamanho P, Cor Preta → Preço de Venda: R$ 49,90
- Tamanho G, Cor Azul → Preço de Venda: R$ 54,90 (um pouco mais caro devido ao tamanho maior)
- Tênis:
- Numeração 38, Cor Branca → R$ 199,00
- Numeração 42, Cor Preta → R$ 209,00
Para que serve:
- Definir o valor de venda ao cliente em cada variação.
- Automatizar o processo no PDV/e-commerce, evitando que o vendedor tenha que digitar o preço manualmente.
- Permitir preços diferenciados por variação, quando necessário.
- Garantir relatórios financeiros precisos, já que a receita será vinculada ao preço cadastrado.
Resumindo:
O campo Preço de Venda é usado para registrar o valor de comercialização de cada variação do produto, sendo esse o preço final que o cliente pagará.

O que é DBC / Príncipio Ativo?
O campo DBC / Princípio Ativo dentro do Cadastro de Produto é usado principalmente para produtos controlados por órgãos reguladores, como medicamentos, cosméticos, saneantes ou outros itens sujeitos à vigilância sanitária.
Explicando:
- Princípio Ativo → é a substância química ou biológica que gera o efeito principal de um medicamento ou produto.
- Exemplo:
- Dipirona Sódica → princípio ativo de vários analgésicos.
- Ibuprofeno → princípio ativo de anti-inflamatórios.
- Exemplo:
- DBC (Descrição Básica do Componente) → em alguns sistemas, esse campo é usado como uma referência técnica ou código para identificar a composição básica do produto.
Para que serve:
- Controle regulatório: obrigatório em cadastros de produtos farmacêuticos, hospitalares ou de saúde, já que a ANVISA exige rastreabilidade pelo princípio ativo.
- Rastreabilidade: facilita consultas e relatórios por substância (ex.: vendas de todos os produtos que contêm dipirona).
- Padronização de cadastro: garante que produtos semelhantes sejam organizados pelo mesmo princípio ativo, mesmo que tenham nomes comerciais diferentes.
- Integração com sistemas fiscais/ANVISA: alguns sistemas cruzam esses dados para atender exigências de órgãos reguladores.
Resumindo:
O campo DBC / Princípio Ativo identifica a substância principal que compõe o produto (normalmente medicamentos), sendo fundamental para controle da ANVISA, rastreabilidade e conformidade legal.
O que é Registro na Anvisa?
O campo Registro na Anvisa dentro do Cadastro de Produto é utilizado para informar o número de registro do produto junto à ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Explicando:
- A ANVISA é o órgão responsável por regulamentar e fiscalizar a produção e comercialização de diversos produtos no Brasil, como:
- Medicamentos
- Cosméticos
- Saneantes (produtos de limpeza)
- Alimentos e suplementos alimentares
- Produtos para saúde (equipamentos médicos, próteses etc.)
- Cada produto que precisa de aprovação da ANVISA recebe um número único de registro, que garante que ele foi analisado e está autorizado para fabricação, importação e venda no país.
Para que serve no sistema:
- Conformidade legal: garante que a empresa está comercializando produtos devidamente regularizados.
- Rastreabilidade: permite consultas rápidas ao registro do produto no banco de dados da ANVISA.
- Segurança ao consumidor: reforça a confiança de que o produto é seguro e autorizado.
- Fiscalização: em auditorias, facilita a apresentação da documentação exigida.
Exemplo:
- Um medicamento comum como Dipirona Sódica 500mg pode ter um número de registro ANVISA no formato:
1.2345.6789.001-1 - Esse número deve ser informado nesse campo para vincular o produto ao seu registro oficial.
Resumindo:
O Registro na Anvisa é o código numérico que comprova a autorização oficial de um produto pela ANVISA, garantindo sua regularização e segurança para comercialização.
Para que serve o campo Outras Informações?
O campo Outras Informações no Cadastro de Produto serve como um espaço livre e complementar para registrar dados adicionais sobre o produto que não se encaixam nos campos padronizados (como Princípio Ativo ou Registro na Anvisa).
Para que serve:
- Detalhes específicos do produto: informações técnicas ou comerciais que podem ser úteis para o controle interno.
- Observações regulatórias: observações extras exigidas por auditorias, normas internas ou parceiros comerciais.
- Rastreabilidade: dados que auxiliem em identificar o produto em situações específicas (ex.: lote, validade estendida, fornecedor alternativo).
- Informações de marketing ou venda: como instruções especiais de exposição, diferenciais do produto ou cuidados de manuseio.
Exemplos práticos de uso:
- Para medicamentos: “Uso adulto – não fracionar”
- Para cosméticos: “Dermatologicamente testado – hipoalergênico”
- Para alimentos: “Produto sem glúten”
- Para controle interno: “Fornecedor reserva: XYZ Distribuidora”
Resumindo:
O campo Outras Informações é um campo flexível usado para registrar qualquer dado relevante do produto que não esteja contemplado nos outros campos obrigatórios do cadastro.

Para que serve o campo Imagens do Produto?
O campo Imagens do Produto no Cadastro de Produto serve para adicionar fotos ou representações visuais do item que está sendo cadastrado no sistema.
Para que serve:
- Identificação visual: facilita que vendedores, atendentes e clientes reconheçam o produto rapidamente.
- Organização interna: ajuda no controle de estoque e evita confusões entre produtos parecidos.
- Vendas online (e-commerce): as imagens cadastradas podem ser exibidas diretamente na loja virtual, aumentando a atratividade e confiança do cliente.
- PDV (Ponto de Venda): torna o sistema mais intuitivo, já que o operador consegue visualizar o produto na tela.
Regras exibidas na tela:
- Tamanho máximo: 1Mb por imagem.
- Formatos permitidos: PNG, JPG e JPEG.
Exemplos práticos:
- Loja de roupas: foto da camiseta em cada cor disponível.
- Farmácia: foto da embalagem do medicamento.
- Mercado: foto do produto alimentício (ex.: pacote de arroz).
- Eletrônicos: imagem do modelo exato do aparelho.
Resumindo:
O campo Imagens do Produto serve para anexar fotos que facilitam a identificação, controle e venda do item, tanto em operações internas quanto em e-commerces integrados.

Para que serve o campo Observação Interna?
O campo Observação Interna no Cadastro de Produto serve para registrar informações adicionais destinadas apenas ao uso interno da empresa, sem aparecer para o cliente na nota fiscal ou no PDV.
Para que serve:
- Anotações de controle interno: observações sobre o produto que só a equipe deve visualizar.
- Orientações para estoque ou compras: detalhes sobre fornecedor, prazos de reposição ou condições especiais.
- Histórico do produto: por exemplo, se já sofreu alteração de preço, se teve lote com problema, se foi substituído por outra versão.
- Observações administrativas: dados úteis para o time de gestão, mas irrelevantes para o cliente final.
Exemplos práticos:
- Roupas: “Esse modelo encolhe, orientar cliente sobre lavagem.”
- Eletrônicos: “Garantia de 6 meses direto com o fornecedor.”
- Farmácia: “Produto sazonal – maior demanda no inverno.”
- Mercado: “Validade curta, monitorar giro semanal.”
Resumindo:
O campo Observação Interna é um espaço reservado para anotações visíveis apenas para a equipe da empresa, ajudando no controle, gestão e comunicação interna sobre o produto.

Para que serve o campo Unidade de Medida?
O campo Unidade de Medida no Cadastro de Produto serve para indicar como o produto será controlado, armazenado e vendido dentro do sistema.
Explicando:
- Cada produto pode ser comercializado de uma forma: em unidade, peso, volume ou comprimento.
- Esse campo define a referência padrão usada para o estoque e para as movimentações de compra e venda.
Exemplos práticos:
- Unidade (UN): usado para produtos vendidos em peças individuais (ex.: celular, camiseta, sapato).
- Quilo (KG): usado para alimentos vendidos por peso (ex.: carne, frutas, grãos).
- Litro (L): usado para bebidas, combustíveis, produtos de limpeza.
- Metro (M): usado para tecidos, cabos, fios.
- Caixa (CX): quando a venda é feita em embalagens fechadas.
Para que serve:
- Controle de estoque correto: o sistema saberá se deve registrar entrada/saída em unidades, kg, litros etc.
- Facilidade na venda: evita erros no PDV (ex.: vender 1 UN de arroz ao invés de 5 KG).
- Gestão de custos: possibilita calcular preço de compra e venda de acordo com a unidade correta.
- Conversão entre unidades: em alguns casos, pode-se cadastrar um fator de conversão (ex.: 1 caixa = 12 unidades).
Resumindo:
O campo Unidade de Medida define a forma de controle do produto no sistema (unidade, kg, litro, metro, etc.), garantindo que o estoque e as vendas sejam registrados corretamente.
Para que serve o campo Unidade de Medida (Venda)?
O campo Unidade de Medida (Venda) no Cadastro de Produto serve para definir em qual forma o produto será vendido ao cliente, ou seja, a unidade comercial utilizada no momento da venda.
Explicando:
- O produto pode ter uma unidade de medida padrão de controle de estoque (como caixa, fardo, litro, kg) e, ao mesmo tempo, uma unidade diferente para venda.
- Esse campo permite registrar exatamente como o produto será oferecido ao consumidor no PDV (ponto de venda) ou no e-commerce.
Exemplos práticos:
- Bebidas:
- Unidade de Medida principal (estoque): Caixa com 12 unidades
- Unidade de Medida (Venda): Garrafa (UN)
- Assim, o sistema sabe que ao vender 1 unidade, está saindo apenas 1 garrafa, e não a caixa inteira.
- Alimentos a granel:
- Estoque: KG
- Unidade de Medida (Venda): 100g
- O sistema faz a conversão automática.
- Eletrônicos:
- Estoque: Unidade (UN)
- Unidade de Medida (Venda): também UN (sem conversão).
Para que serve:
- Precisão no controle de estoque: permite conversão entre o que entra (estoque) e o que sai (venda).
- Flexibilidade: possibilita vender em embalagens diferentes (ex.: caixa e unidade, litro e ml).
- Evita erros: garante que o PDV saiba a quantidade correta a ser baixada do estoque.
- Preço correto: vincula o valor exato de acordo com a unidade de venda escolhida.
Resumindo:
O campo Unidade de Medida (Venda) define a forma em que o produto é efetivamente vendido ao cliente (UN, KG, L, caixa, pacote, etc.), garantindo que o preço e o estoque sejam controlados corretamente.
Para que serve o campo Quantidade?
Para que serve o campo Preço de Venda?
O campo Quantidade dentro da seção Unidades de Medidas serve para indicar quantas unidades da medida principal correspondem à unidade de venda que você está cadastrando.
Explicando:
- Ele é usado quando o produto pode ser vendido em diferentes formatos (caixa, pacote, unidade, litro, etc.), e você precisa dizer ao sistema a equivalência entre a unidade de estoque e a unidade de venda.
Exemplos práticos:
- Refrigerante
- Unidade de Medida (estoque): Caixa
- Unidade de Medida (Venda): Unidade (garrafa)
- Quantidade = 12
Isso significa que 1 caixa equivale a 12 garrafas.
- Arroz
- Unidade de Medida (estoque): Saco de 30kg
- Unidade de Medida (Venda): Kg
- Quantidade = 30
Cada saco pode ser fracionado em 30 vendas de 1kg.
- Tecido
- Unidade de Medida (estoque): Rolo de 50 metros
- Unidade de Medida (Venda): Metro
- Quantidade = 50
Cada rolo pode ser vendido em até 50 metros.
Para que serve:
- Conversão automática: o sistema sabe quanto dar baixa no estoque quando uma venda é feita em uma unidade diferente da principal.
- Controle preciso: evita inconsistências quando o mesmo produto é comercializado de formas diferentes.
- Flexibilidade de venda: permite vender tanto em atacado (caixa, fardo, rolo) quanto em varejo (unidade, kg, metro).
Resumindo:
O campo Quantidade define a equivalência entre a unidade de medida do estoque e a unidade de medida de venda, permitindo que o sistema faça a conversão correta no controle de estoque e nas vendas.
Para que serve o campo Fator de Venda?
O campo Fator de Venda no Cadastro de Produto serve para definir a forma como o sistema vai converter a unidade de medida principal do produto em relação à unidade de venda cadastrada.
Explicando:
- Quando um produto pode ser vendido em diferentes unidades (ex.: caixa, unidade, quilo, grama, litro, ml), é preciso dizer ao sistema como calcular essa conversão.
- O fator de venda pode ser configurado como multiplicação ou divisão, dependendo da lógica da relação entre estoque e venda.
Exemplos práticos:
- Multiplicação (estoque em caixas → venda em unidades)
- Unidade de Medida (estoque): Caixa
- Unidade de Medida (venda): Unidade
- Quantidade: 12
- Fator de Venda: Multiplicação
👉 Significa que 1 caixa corresponde a 12 unidades.
- Divisão (estoque em quilos → venda em gramas)
- Unidade de Medida (estoque): Kg
- Unidade de Medida (venda): 100g
- Quantidade: 10
- Fator de Venda: Divisão
👉 Significa que 1 kg pode ser dividido em 10 partes de 100g.
- Litros → ml
- Estoque: Litro
- Venda: ml
- Quantidade: 1000
- Fator de Venda: Divisão
👉 1 litro equivale a 1000 ml.
Para que serve:
- Controle de estoque correto: garante que a baixa no estoque corresponda à forma como o produto é vendido.
- Flexibilidade: permite vender tanto no atacado (caixa, fardo) quanto no varejo (unidade, kg, ml).
- Cálculo automático: o sistema faz as conversões sem necessidade de ajustes manuais.
Resumindo:
O campo Fator de Venda define a regra matemática (multiplicação ou divisão) usada pelo sistema para converter a unidade de medida principal em relação à unidade de venda.

Para que serve o campo Percentual Diferimento(%)?
O campo Percentual Diferimento (%) no Cadastro de Produto é utilizado para registrar a parte do ICMS que será diferida (postergada) para outro momento da cadeia de circulação da mercadoria.
Explicando:
- Diferimento do ICMS significa que o pagamento do imposto não é feito na operação atual, mas sim em uma operação futura, geralmente pelo próximo contribuinte da cadeia (ex.: indústria → distribuidor → varejo).
- Esse campo define qual percentual do imposto será diferido na nota fiscal de saída.
Exemplo prático:
- Uma mercadoria com ICMS de 18% pode ter diferimento de 100%, ou seja, o remetente não paga o ICMS na saída, e a responsabilidade passa para o comprador em uma etapa futura.
- Em alguns casos, pode haver diferimento parcial (ex.: 60%), em que parte do ICMS é pago na operação atual e o restante é postergado.
Situações comuns de uso:
- Produtos agropecuários: diferimento até a industrialização.
- Substituição tributária: quando o imposto é recolhido posteriormente por outro contribuinte.
- Benefícios fiscais regionais: alguns estados aplicam diferimento parcial como incentivo econômico.
Para que serve no sistema:
- Cálculo correto do ICMS: o sistema entende que parte (ou todo) o imposto será diferido.
- Conformidade fiscal: garante que a nota fiscal seja aceita pela SEFAZ de acordo com as regras tributárias.
- Gestão contábil: facilita relatórios e auditorias, evitando recolhimento indevido de imposto.
Resumindo:
O campo Percentual Diferimento (%) indica a porcentagem do ICMS que não será recolhida na operação atual, sendo diferida para uma etapa futura da cadeia de circulação da mercadoria.
Para que serve o campo Percentual Diferimento FCP(%)?
O campo Percentual Diferimento FCP (%) no Cadastro de Produto é usado para indicar a parte do Fundo de Combate à Pobreza (FCP) que será diferida (postergada) em uma operação de ICMS.
Explicando:
- O FCP é um adicional de ICMS criado pelos estados para financiar ações sociais, normalmente aplicado a produtos considerados supérfluos ou de maior impacto social (como bebidas alcoólicas, cigarros, cosméticos, combustíveis etc.).
- O diferimento do FCP funciona da mesma forma que o diferimento do ICMS: o pagamento do tributo é adiado, sendo transferido para outro contribuinte em uma etapa posterior da cadeia.
Exemplo prático:
- Produto com alíquota de FCP de 2%.
- O estado determina que haja diferimento de 100% → o remetente não paga o FCP na saída, e a responsabilidade é transferida para o próximo da cadeia.
- Se o diferimento for parcial (ex.: 50%), metade é paga na operação atual e a outra metade fica para o próximo contribuinte.
Para que serve no sistema:
- Cálculo automático: informa ao sistema qual parte do FCP não deve ser recolhida na operação atual.
- Conformidade com a SEFAZ: garante que a nota fiscal seja validada corretamente, obedecendo à legislação estadual.
- Gestão tributária: evita recolhimento indevido e problemas em auditorias fiscais.
Resumindo:
O campo Percentual Diferimento FCP (%) indica qual porcentagem do adicional de ICMS destinado ao Fundo de Combate à Pobreza será diferida (adiada) para recolhimento em uma etapa futura da cadeia de circulação.
Para que serve o campo BC ICMS ST Retido?
O campo BC ICMS ST Retido no Cadastro de Produto serve para informar a Base de Cálculo (BC) do ICMS Substituição Tributária (ST) que já foi retida anteriormente em uma operação.
Explicando:
- ICMS-ST (Substituição Tributária) é o regime em que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS é atribuída a um contribuinte da cadeia (normalmente o fabricante ou importador).
- Isso significa que, quando a mercadoria chega ao varejista, o ICMS já foi pago antecipadamente pelo fornecedor.
- Nesse caso, o varejista precisa apenas informar na nota fiscal qual foi a base de cálculo usada para reter esse imposto.
Exemplo prático:
- Um fabricante vende um refrigerante para um distribuidor e já recolhe o ICMS-ST antecipado.
- Quando o distribuidor vende para o varejista, deve constar na nota:
- BC ICMS ST Retido: R$ 1.000,00 (valor sobre o qual o ICMS-ST foi calculado).
- Valor ICMS ST Retido: R$ 180,00 (imposto já pago).
Assim, o próximo da cadeia (varejista) não precisa recolher novamente o imposto, apenas registrar que já foi recolhido.
Para que serve no sistema:
- Transparência fiscal: garante que a nota mostre corretamente os valores já recolhidos.
- Conformidade com a SEFAZ: evita erros e rejeição de notas fiscais eletrônicas.
- Gestão tributária: permite controlar créditos e débitos de ICMS-ST.
- Evitar bitributação: demonstra que o imposto já foi pago em uma etapa anterior.
Resumindo:
O campo BC ICMS ST Retido serve para registrar a base de cálculo do ICMS-ST que já foi recolhido em operações anteriores, garantindo que o imposto não seja cobrado novamente e que a nota fiscal esteja em conformidade com a legislação.
Para que serve o campo Valor ICMS ST Retido?
O campo Valor ICMS ST Retido no Cadastro de Produto serve para registrar o valor do ICMS Substituição Tributária (ST) que já foi pago antecipadamente em uma etapa anterior da cadeia de circulação da mercadoria.
Explicando:
- O ICMS-ST (Substituição Tributária) é um regime em que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS de toda a cadeia é concentrada em um único contribuinte (normalmente o fabricante ou importador).
- Assim, quando o produto chega ao distribuidor ou varejista, o ICMS já foi recolhido, e na nota fiscal deve constar:
- BC ICMS ST Retido → base de cálculo utilizada para apuração.
- Valor ICMS ST Retido → o valor efetivo do imposto já pago.
Exemplo prático:
- Produto: Refrigerante
- Base de cálculo do ICMS-ST (BC ICMS ST Retido): R$ 1.000,00
- Alíquota ICMS: 18%
- Valor ICMS ST Retido: R$ 180,00
Esse valor será informado na nota fiscal para mostrar que o imposto já foi recolhido e que não deve ser cobrado novamente.
Para que serve no sistema:
- Comprovar recolhimento antecipado: evita dupla tributação.
- Atender à legislação fiscal: obrigatório em notas de produtos sujeitos à ST.
- Facilitar auditoria e escrituração: garante clareza nos relatórios fiscais e contábeis.
- Segurança para o varejista: mostra que ele não precisa recolher novamente o imposto.
Resumindo:
O campo Valor ICMS ST Retido indica o valor do ICMS já recolhido por substituição tributária em etapas anteriores, garantindo que o imposto não seja pago duas vezes e que a nota fiscal esteja em conformidade com a legislação.
Para que serve o campo Alíquota Suportada Cons. Final?
O campo Alíquota Suportada Cons. Final no Cadastro de Produto serve para registrar a alíquota de ICMS que será aplicada nas vendas destinadas ao consumidor final, principalmente quando a operação envolve diferença de alíquota (DIFAL).
Explicando:
- Quando uma empresa vende para consumidor final localizado em outro estado, aplica-se a regra do ICMS-DIFAL (Diferença de Alíquota).
- Nesse caso, é necessário informar qual alíquota o consumidor final deve suportar, ou seja, o percentual de ICMS aplicável à operação.
Exemplo prático:
- Empresa da Bahia vende um produto para um consumidor final em São Paulo.
- Alíquota interna em SP: 18%
- Alíquota interestadual (BA → SP): 12%
- A diferença (6%) deve ser recolhida para o estado de destino (SP).
- Nesse campo, você informaria a Alíquota Suportada Cons. Final = 18% (a alíquota do estado de destino).
Situações comuns de uso:
- Vendas interestaduais para consumidor final não contribuinte do ICMS (pessoa física, por exemplo).
- E-commerce → quando a loja vende online para clientes em outros estados.
- Empresas do Simples Nacional → também devem preencher esse campo para cálculo correto do DIFAL.
Para que serve no sistema:
- Cálculo automático do DIFAL (Diferença de Alíquota).
- Conformidade com a SEFAZ → exigência para emissão correta da NF-e em operações interestaduais.
- Evita recolhimento errado → garante que a parte do imposto seja destinada ao estado correto.
Resumindo:
O campo Alíquota Suportada Cons. Final define o percentual de ICMS aplicável nas operações interestaduais destinadas a consumidor final, sendo fundamental para calcular o DIFAL e garantir a correta distribuição do imposto entre os estados.
Para que serve o campo Alíquota Simples Nacional(%)?
O campo Alíquota Simples Nacional (%) no Cadastro de Produto serve para registrar a alíquota aplicável ao ICMS dentro do regime do Simples Nacional quando a empresa optante por esse regime está vendendo o produto.
Explicando:
- As empresas do Simples Nacional pagam seus impostos de forma unificada (DAS), mas a legislação exige que algumas informações do ICMS apareçam na nota fiscal eletrônica (NF-e ou NFC-e).
- Nesse campo, informa-se a alíquota correspondente ao ICMS no Simples Nacional, conforme a faixa de receita bruta acumulada da empresa.
Exemplo prático:
- Empresa optante pelo Simples Nacional, faturamento anual de R$ 500.000,00.
- Conforme a tabela do Simples, a alíquota efetiva é 4%.
- Nesse caso, você informaria Alíquota Simples Nacional (%) = 4,00.
Situações comuns:
- Venda para consumidor final → a nota mostra a alíquota usada pelo Simples.
- Venda para contribuinte do ICMS → o sistema pode destacar o valor para cálculo de crédito.
- Exigência da SEFAZ → algumas operações precisam trazer a alíquota informada para que a NF-e seja validada.
Para que serve no sistema:
- Emissão correta da NF-e → garante que o XML contenha as informações exigidas pela legislação.
- Transparência tributária → mostra ao cliente ou à fiscalização qual foi a alíquota aplicada.
- Cálculo automático → o sistema usa esse percentual para compor os campos tributários da nota.
Resumindo:
O campo Alíquota Simples Nacional (%) define a porcentagem do ICMS dentro do regime do Simples que deve constar na nota fiscal, garantindo conformidade fiscal e clareza nas operações.
Para que serve o campo Ad Rem ICMS?
O campo Ad Rem ICMS no Cadastro de Produto serve para registrar um valor fixo de ICMS cobrado por unidade de medida do produto (e não um percentual sobre o valor da operação, como é o mais comum).
Explicando:
- Normalmente, o ICMS é calculado como percentual (%) sobre o valor da mercadoria.
- No regime Ad Rem, o ICMS é cobrado em valor absoluto (fixo), por unidade, peso, volume, capacidade ou quantidade.
Exemplos práticos:
- Cigarros e fumígenos
- O ICMS pode ser definido como R$ 1,50 por maço, independente do preço de venda.
- O ICMS pode ser definido como R$ 1,50 por maço, independente do preço de venda.
- Combustíveis
- Pode ser aplicado como R$ 0,80 por litro.
- Pode ser aplicado como R$ 0,80 por litro.
- Bebidas
- Exemplo: R$ 0,20 por garrafa.
Nesse caso, o sistema utiliza o campo Ad Rem ICMS para multiplicar esse valor fixo pela quantidade vendida.
Para que serve no sistema:
- Calcular corretamente o ICMS quando a legislação aplica valor fixo ao invés de percentual.
- Evitar erros fiscais em produtos sujeitos a esse tipo de tributação (que são exceções).
- Emitir NF-e conforme exigência da SEFAZ, já que algumas mercadorias precisam desse cálculo especial.
Resumindo:
O campo Ad Rem ICMS é usado para registrar o valor fixo de ICMS por unidade de medida (ex.: por litro, quilo, maço), aplicável a produtos como cigarros, bebidas e combustíveis, onde o imposto não é calculado por percentual, mas sim por quantidade.

Para que serve o campo Informações Adicionais para NFe?
O campo Informações Adicionais para NF-e no Cadastro de Produto serve para incluir mensagens complementares ou obrigatórias que serão impressas no corpo da Nota Fiscal eletrônica (NF-e) e também transmitidas para a SEFAZ.
Para que serve:
- Atender exigências legais ou fiscais:
- Algumas operações exigem textos específicos nas notas, como menções a isenção, redução de base de cálculo ou benefício fiscal.
- Exemplo: “Produto isento de ICMS conforme Convênio X/XX.”
- Informações ao cliente ou transportador:
- Mensagens importantes sobre transporte, armazenagem ou uso.
- Exemplo: “Manter refrigerado entre 2ºC e 8ºC.”
- Rastreamento e conformidade:
- Quando a mercadoria precisa de documentação extra, como números de processos, laudos, guias ou registros.
- Exemplo: “Operação amparada pelo Processo nº 12345/2023.”
- Integração com setores internos:
- Orientações internas que também precisam constar na nota, para fins de auditoria ou conferência.
Exemplos práticos:
- Produtos com substituição tributária: “ICMS-ST recolhido anteriormente pelo fabricante.”
- Benefícios fiscais: “Venda com redução de base de cálculo de acordo com Decreto nº XXXX.”
- Exportação: “Mercadoria destinada à exportação – não incidência de ICMS.”
- Saúde/ANVISA: “Produto sujeito à regulação da ANVISA, Lote nº 5678.”
Resumindo:
O campo Informações Adicionais para NF-e é usado para registrar mensagens legais, fiscais ou comerciais que precisam aparecer na nota fiscal eletrônica, garantindo conformidade com a legislação e transparência na operação.
Para que serve o campo Código Benefício Fiscal?
O campo Código Benefício Fiscal no Cadastro de Produto serve para identificar, dentro da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o código que comprova e vincula um benefício fiscal concedido pelo governo (estadual ou federal) aplicado àquele produto ou operação.
Explicando:
- Cada estado brasileiro pode conceder incentivos, isenções, reduções de base de cálculo ou créditos presumidos de ICMS.
- Para que a SEFAZ aceite a NF-e e reconheça corretamente esse benefício, é obrigatório informar o código correspondente ao benefício fiscal concedido.
- Esses códigos são definidos em tabelas publicadas pelas Secretarias da Fazenda estaduais.
Exemplos práticos:
- Isenção de ICMS em determinados medicamentos → código específico da legislação estadual.
- Redução de base de cálculo para produtos da cesta básica (arroz, feijão, leite etc.).
- Crédito presumido em operações incentivadas.
- Incentivos regionais (como em áreas da SUDENE ou SUDAM).
Para que serve no sistema:
- Validação da NF-e: sem o código correto, a nota pode ser rejeitada pela SEFAZ.
- Conformidade legal: garante que o benefício aplicado esteja de acordo com a legislação.
- Transparência tributária: facilita auditorias fiscais e comprovação de incentivos.
- Cálculo correto de tributos: o sistema aplica automaticamente a regra prevista pelo código.
Resumindo:
O campo Código Benefício Fiscal identifica na NF-e qual isenção, redução ou incentivo tributário está sendo aplicado ao produto, garantindo que a nota seja validada pela SEFAZ e que o benefício fiscal seja corretamente reconhecido.
Para que serve o campo Código ANP?
O campo Código ANP no Cadastro de Produto serve para identificar, na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o código oficial da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que classifica os combustíveis e derivados de petróleo.
Explicando:
- A ANP possui uma tabela oficial com códigos que identificam cada tipo de combustível (gasolina comum, etanol hidratado, diesel S10, GLP, querosene de aviação etc.).
- Quando o produto é do setor de combustíveis, esse código deve obrigatoriamente constar na NF-e, para que a operação seja reconhecida e validada pela SEFAZ.
Exemplos práticos de Código ANP:
- 210101001 → Gasolina Automotiva Comum
- 220102001 → Etanol Hidratado Combustível
- 210203001 → Óleo Diesel B S10
- 210601001 → Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
- 150101002 → Querosene de Aviação
Para que serve no sistema:
- Obrigatoriedade legal: sem o Código ANP, notas fiscais de combustíveis são rejeitadas pela SEFAZ.
- Padronização: garante que o produto seja identificado corretamente em nível nacional.
- Controle fiscal e ambiental: permite rastrear operações de combustíveis, prevenindo fraudes e sonegação.
- Gestão tributária correta: o código influencia na aplicação de tributos específicos (ICMS, PIS/COFINS monofásico etc.).
Resumindo:
O campo Código ANP identifica o tipo exato de combustível ou derivado de petróleo na nota fiscal eletrônica, sendo obrigatório para empresas que comercializam esses produtos, garantindo conformidade com a ANP e a SEFAZ.
Para que serve o campo Preço de Fábrica?
O campo Preço de Fábrica no Cadastro de Produto serve para registrar o valor de origem do produto definido pelo fabricante, ou seja, o preço base antes da revenda, que muitas vezes é usado como referência em cálculos tributários ou de controle de margem.
Para que ele serve:
- Referência de custo e margem de lucro
- Permite comparar o valor praticado pelo fabricante com o preço de compra e o preço de venda no sistema.
- Exemplo: se o preço de fábrica é R$ 50,00 e a empresa revende por R$ 100,00, fica fácil visualizar a margem.
- Cálculos tributários específicos
- Em alguns segmentos (ex.: bebidas, cigarros, medicamentos), a legislação utiliza o preço de fábrica ou sugerido pelo fabricante como base de cálculo de tributos.
- Em alguns segmentos (ex.: bebidas, cigarros, medicamentos), a legislação utiliza o preço de fábrica ou sugerido pelo fabricante como base de cálculo de tributos.
- Controle contábil e gerencial
- Ajuda a manter um histórico de preços originais de fornecedores e fabricantes, permitindo auditoria e análise de variação de preços.
- Ajuda a manter um histórico de preços originais de fornecedores e fabricantes, permitindo auditoria e análise de variação de preços.
- Transparência em relatórios
- Facilita relatórios de precificação e gestão de estoque, mostrando o quanto cada produto foi encarecido desde a origem.
Exemplo prático:
- Produto: Refrigerante 2L
- Preço de fábrica: R$ 3,00
- Preço de compra (distribuidor): R$ 3,50
- Preço de venda (varejo): R$ 6,00
O sistema consegue mostrar:
- Margem sobre compra: 71%
- Margem sobre preço de fábrica: 100%
Resumindo:
O campo Preço de Fábrica é usado para registrar o valor de origem do produto definido pelo fabricante, servindo como referência para cálculos de margem, auditoria e, em alguns casos, para a base de cálculo de tributos específicos.
Para que serve o campo Preço de Compra?
O campo Preço de Compra no Cadastro de Produto serve para registrar o valor que a sua empresa pagou ao fornecedor para adquirir o produto, incluindo ou não impostos e frete, dependendo da forma como sua contabilidade controla os custos.
Para que ele serve:
- Controle de custo
- Permite que o sistema saiba qual foi o valor desembolsado na aquisição do item, servindo de base para cálculos de margem de lucro e precificação.
- Permite que o sistema saiba qual foi o valor desembolsado na aquisição do item, servindo de base para cálculos de margem de lucro e precificação.
- Gestão de estoque
- Ajuda a calcular o custo médio do estoque, especialmente quando você faz novas compras a preços diferentes.
- Ajuda a calcular o custo médio do estoque, especialmente quando você faz novas compras a preços diferentes.
- Formação de preço de venda
- O sistema pode cruzar o Preço de Compra com o Preço de Venda cadastrado para calcular automaticamente o markup ou a margem de lucro.
- O sistema pode cruzar o Preço de Compra com o Preço de Venda cadastrado para calcular automaticamente o markup ou a margem de lucro.
- Relatórios contábeis e fiscais
- Facilita análises de despesas com mercadorias e avaliação de fornecedores.
Exemplo prático:
- Produto: Arroz 5kg
- Preço de fábrica: R$ 15,00 (valor de origem do fabricante)
- Preço de compra: R$ 18,00 (valor pago ao distribuidor, já com impostos)
- Preço de venda: R$ 25,00 (valor de venda ao consumidor final)
Nesse caso, o sistema consegue calcular:
- Lucro bruto por unidade: R$ 7,00
- Margem sobre o preço de compra: 38,8%
Resumindo:
O campo Preço de Compra registra o valor efetivo pago ao fornecedor pelo produto, servindo como base para controle de custos, cálculo de margens e gestão do estoque.
Para que serve o campo Produto da Agricultura, Pecuária e Produção Florestal (Guia GTA/Outros)?
O campo Produto da Agricultura, Pecuária e Produção Florestal (Guia GTA/Outros) no Cadastro de Produto serve para identificar e vincular produtos que estão sujeitos a controle sanitário, ambiental ou de rastreabilidade, normalmente exigidos em operações com produtos agropecuários, florestais e animais vivos.
Explicando:
- A GTA (Guia de Trânsito Animal) é um documento oficial obrigatório para o transporte de animais vivos e alguns produtos de origem animal, emitido por órgãos de defesa agropecuária estaduais.
- Da mesma forma, existem documentos específicos para produtos agrícolas e florestais que precisam ser informados na NF-e, como laudos de origem, certificações ou licenças ambientais.
Para que serve:
- Atender à legislação sanitária e fiscal
- Obrigatório em operações de pecuária, agricultura e silvicultura.
- Exemplo: transporte de gado, aves, madeira ou carvão vegetal.
- Rastreabilidade da produção
- Permite que órgãos de fiscalização acompanhem a origem e o destino de produtos agropecuários e florestais.
- Permite que órgãos de fiscalização acompanhem a origem e o destino de produtos agropecuários e florestais.
- Controle de trânsito
- Garante que mercadorias sujeitas a restrição só circulem com a documentação correta.
- Garante que mercadorias sujeitas a restrição só circulem com a documentação correta.
- Emissão de NF-e sem rejeição
- A SEFAZ exige esse vínculo em operações agropecuárias e florestais; se não informado, a nota pode ser rejeitada.
Exemplos práticos de uso:
- Agricultura: soja, milho, algodão, café.
- Pecuária: bois, porcos, aves, leite cru.
- Produção florestal: madeira em tora, carvão vegetal, lenha.
Resumindo:
O campo Produto da Agricultura, Pecuária e Produção Florestal (Guia GTA/Outros) é usado para vincular a nota fiscal a documentos obrigatórios de controle agropecuário, florestal ou animal (como a GTA), garantindo conformidade com as exigências legais de transporte, rastreabilidade e fiscalização.
